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Cidade brasileira na lista das que lideram em sustentabilidade urbana
Rio de Janeiro recebe Prêmio Cidade de Liderança Climática


Rodrigo Rosa, assessor especial do prefeito do Rio, recebe o prêmio de Amanda Eichel, diretora do C40.


Em abril deste ano, o Grupo de Cidades Líderes pelo Clima (C40) e a Siemens anunciaram uma parceria com o objetivo de aumentar a capacidade de auxiliarem as cidades a acelerar seus esforços por ações climáticas. Além de contemplar a realização de perícias técnicas, foi criada uma competição global para reconhecer ações inovadoras, através do City Climate Leadership Awards.

A recém-criada premiação valoriza os municípios ao redor do mundo que, por meio de projetos, demonstram excelência em sustentabilidade urbana e liderança na luta contra as mudanças climáticas. Projetos dos membros do C40 e das 120 cidades incluídas em seu Índice de Cidades Verdes foram avaliados por um júri independente formado por prefeitos, arquitetos, representantes do Banco Mundial e das duas organizações.

As dez cidades vencedoras foram conhecidas em setembro, durante a cerimônia de premiação, em Londres, em diferentes categorias.

 

 

 

 

Rio de Janeiro, Brasil – Comunidades Sustentáveis
O programa “Morar Carioca” visa o desenvolvimento integrado, através de um plano de revitalização e reurbanização de todas as favelas até 2020. O movimento pretende ajudar na saúde, bem-estar e qualidade de vida dos 22% da população que vivem nesses assentamentos informais, de acordo com o Censo 2010, em mais de 232 mil residências.

 

 

 

Bogotá, Colômbia – Transporte Urbano
TransMilenio é o sistema lançado em 2000 para transportar mais de 70% da população da cidade, que resultou na redução anual de 350 mil toneladas de emissão de CO2. Agora, a meta é substituir a frota a diesel por veículos híbridos e elétricos até 2024. Já foi lançado também o projeto piloto de táxis elétricos, que visa converter 50% da frota em 10 anos.

 

 

 

Cidade do México, México – Qualidade do Ar
ProAire é uma série de planos que ajudaram a cidade que já foi considerada a mais contaminada do planeta a diminuir sua névoa de poluição e a reduzir em 7,7 milhões de toneladas as emissões de carbono entre 2008 e 2012. Para tanto, adotou medidas como o fechamento de fábricas, contenção da expansão urbana e proibição de carros na área metropolitana um dia por semana.

 

 

 

Cingapura, Sudeste Asiático – Cidade Inteligente Infraestrutura
Carência de espaço e explosão da população urbana tornam a gestão de tráfego um grande desafio. O Sistema de Transporte Inteligente incluiu dados em tempo real, mecanismo eletrônico de pedágio e táxis equipados com GPS a outras iniciativas como transporte gratuito nos horários de pico e sistema de cotas de veículos, resultando numa taxa de congestionamento mais baixa do que a maioria das cidades.

 

 

 

Copenhague, Dinamarca – Medição de Carbono e Planejamento
Conhecida como a “cidade das bicicletas”, a capital dinamarquesa poderá ser a primeira do mundo neutra em emissões de carbono. Seu Plano do Clima tem o objetivo de diminuir o consumo de energia em 20% nos empreendimentos comerciais, em 10% nas residências e em 40% nos edifícios públicos. Até 2025, a meta é que todo sistema elétrico da cidade seja abastecido por fontes renováveis.

 

 

 

Melbourne, Austrália – Energia Eficiente em Ambiente Construído
Batizado de 1200 Edifícios, o projeto incentiva a reabilitação de 70% dos empreendimentos existentes. Além de conscientizar proprietários e gestores para eficiência no uso de energia e água, conta com incentivos financeiros e consultoria. O governo municipal também fixou metas de redução das emissões de CO2 em 25% e 20% para os setores comercial e residencial respectivamente.

 

 

 

Munique, Alemanha – Energia Verde
O objetivo da cidade é alcançar, até 2025, 100% do fornecimento de energia através de fontes renováveis e, para tanto, a companhia Stadtwerke München (SWM) mudou seu foco para projetos de eficiência e autossustentáveis, tendo como bases estratégicas água, geotermia, solar, biomassa e eólica. Até agora, o centro urbano alemão já atingiu 37% dos cerca de 7,5 bilhões de kWh anuais.

 

 

 

Nova York, Estados Unidos – Adaptação e Resiliência
Orçado em US$ 20 bilhões, o plano “Uma Nova York Mais Forte e Resiliente” foi criado após o furacão Sandy e consiste em 250 ambiciosas iniciativas para proteger a costa da cidade e fortalecer seus edifícios, além de outros sistemas vitais como rede elétrica, transporte, telecomunicações, saúde pública etc. Em sua primeira fase, está voltado para a resistência dos edifícios e da infraestrutura energética.

 

 

 

São Francisco, Estados Unidos – Gestão de Resíduos
O programa “Resíduos Zero”, criado há 11 anos, está reciclando 80% do lixo enviado para aterros e pretende chegar a 100% até 2020 e aumentou o recolhimento de resíduos orgânicos em 50%. Vários fatores são responsáveis pelo sucesso: triagem do lixo obrigatória por lei, metas rígidas para as empresas de coleta e incentivo financeiro para quem separa corretamente o lixo.

 

 

 

Tóquio, Japão – Finanças e Desenvolvimento Econômico
A capital japonesa foi reconhecida pelo primeiro programa Cap & Trade do mundo, que foi lançado em 2010, exigindo redução das emissões do comércio, governos e indústria por meio de medidas ecoeficientes. Atualmente, a iniciativa conta com 1.100 instalações participantes, que reduziram as emissões em 13%, impedindo a liberação de mais de 7 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

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