Conheça o Programa Brasileiro de Etiquetagem Energética para Edifícios em Uso
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Benchmarking e Etiquetagem Energética para Edifícios Não Residenciais na Fase de Uso e Operação

De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o consumo de energia nos edifícios brasileiros segue em ritmo crescente. No entanto, no país, não existem bases de comparação que permitam a avaliação da eficiência energética em uso, ou seja, o desempenho real é desconhecido, assim como o potencial de melhoria dessas edificações.

Embora existam três tipos de etiqueta de eficiência energética em edificações – de projeto, de edifício construído e de consumo em uso –, somente as duas primeiras são executadas no Brasil, através do PBE Edifica (Inmetro-Procel).

Visando atender a demanda por indicadores confiáveis de sustentabilidade, de desempenho e incentivar o alcance do menor consumo efetivo, a ABRAFAC e o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, através do Comitê Temático de Energia, lançaram o projeto “Benchmarking e Etiquetagem Energética para Edifícios Não Residenciais na Fase de Uso e Operação”, que pretende servir de base para um programa nacional, a partir da criação de um benchmark que possibilite a comparação entre edifícios.

Afinal, cada dia mais se confirma a necessidade de referenciais de consumo. Prova disso são as experiências internacionais que demonstram que edifícios construídos com conceitos de sustentabilidade, na maioria das vezes, não atingem o desempenho projetado e, devido a problemas operacionais, muitos dos que possuem certificações acabam consumindo mais energia.

Dados primários nacionais são necessários para gerar um cenário brasileiro e, assim, desenvolver uma etiqueta para o desempenho energético em uso no país”, orienta o engenheiro Roberto Lamberts, coordenador do Comitê do CBCS. Segundo ele, um condomínio com pouca eficiência torna-se mais caro e, consequentemente, perde ou retarda o retorno financeiro pela dificuldade de locação ou venda do imóvel.

Edward Borgstein, Mestre em Engenharia pela Universidade de Cambridge, que participa do desenvolvimento da metodologia, complementa: “o consumo real de energia em um edifício, muitas vezes, não reflete as metas previamente estipuladas, devido a falhas de compatibilização entre os projetos conceitual e executivo, que podem se repetir também na fase da obra e do próprio funcionamento e gerenciamento do edifício”.

No próximo dia 27 de agosto, a partir das 9h30, a ABRAFAC e o CBCS estarão apresentando os conceitos, metodologia e benefícios do projeto, na Escola Politécnica/USP, Prédio da Engenharia Civil, sala S-37, Av. Prof. Almeida Prado, trav. 2, nº 83, 1º andar.
Quero convidar associados e toda comunidade de Facilities não só para conhecer, mas também para participar desta importante iniciativa, que pretende possibilitar aos gestores a identificação do desempenho e o potencial para melhorias em seus empreendimentos”, ressalta Marcos Maran, presidente da ABRAFAC.

O projeto conta também com a parceria do LabEEE-USFC (Laboratório de Eficiência Energética em Edificações, da Universidade Federal de Santa Catarina) e da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo).

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