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Para contornar impactos ambientais, cidades revitalizam rios urbanos.

Sendo a água um dos recursos naturais escassos no planeta, o que vem gerando problemas hídricos em várias partes do mundo, cidades têm revitalizado seus rios urbanos para contornar impactos ambientais e a despoluição segue pautando projetos e investimentos.

 

O Brasil, que é um país com uma das maiores reservas de água doce do mundo (12%), concentrando 53% dos mananciais disponíveis na América do Sul, vive um sério problema de poluição em seus rios e não faltam exemplos disso espalhados por todo o território: em São Paulo, os rios Tietê e Pinheiros; em Recife, o Capibaribe; no Paraná, o Iguaçu; no Rio Grande do Sul, o rio Sinos etc.

 

Além do crescimento desordenado das cidades, do descaso do poder público e da falta de consciência da população, os grandes vilões desse quadro são apontados com a ausência de tratamento de esgoto e o descarte de poluentes industriais.

 

Considerado como um dos maiores programas de saneamento ambiental do país, o Projeto Tietê é administrado pela Sabesp, teve início em 1992, tem mais de 500 empreendimentos espalhados em 27 municípios, está em sua terceira etapa e os reflexos, por enquanto, só podem ser observados em algumas cidades do interior. A própria Companhia afirma que a despoluição dele e dos demais rios da Grande São Paulo depende de muitas outras ações.

 

Atualmente, de acordo com a Comissão Mundial de Águas, os 500 maiores rios do planeta enfrentam problemas com a poluição. No entanto, já existem projetos bem sucedidos e pelo menos oito cidades mostram que é possível despoluir rios urbanos, integrando-os à vida econômica e social das mesmas, que podem servir de exemplo e inspiração para as autoridades brasileiras. São os casos dos rios Sena, Tâmisa, Tejo, Cheonggyecheon e Han (Seul), Reno, Cuyahoga (EUA), e Canais de Copenhague.

 

Destaque especial para o Cheonggyecheon, rio de 5,8 quilômetros que corta a grande metrópole de Seul, na Coreia do Sul,  que foi totalmente revitalizado em quatro anos e, hoje, já conta com cascatas, fontes e peixes.

 

Para conferir um breve relato dos projetos de cada um deles, clique aqui

 

Fonte: AsBEA, Globo Ecologia e outras mídias

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